Desde que Miguel de Cervantes escreveu o Dom Quixote sabe-se que a humanidade, na modernidade, embarcou em um universo paralelo que veio a ser conhecido, entre os melhores escritores, como Segunda Realidade. Em imaginação teórica os loucos criaram o "outro mundo possível", dando as costas ao real. O abandono do Direito Natural foi o primeiro gesto, assim como a elevação do Estado ao status de substituto de Deus.
Nessa marcha alucinante tudo que era sagrado foi profanado, como Marx celebrou no prólogo do Manifesto Comunista. Significa: o real foi profanado. Não mais importava o mundo como ele é, mas como deveria ser construído ao arbítrio da loucura dos revolucionários.
Nessa marcha alucinante tudo que era sagrado foi profanado, como Marx celebrou no prólogo do Manifesto Comunista. Significa: o real foi profanado. Não mais importava o mundo como ele é, mas como deveria ser construído ao arbítrio da loucura dos revolucionários.
Um exemplo do mecanismo como essa loucura é cultivada e praticada está na realização e na temática do famigerado Fórum Social Mundial, ajuntamento de esquerdistas alucinados, patrocinado por governos esquerdistas igualmente alucinados, como o do PT. Seu lema: "Crise capitalista, justiça social e ambiental".
É preciso ser muito louco para não enxergar que a crise econômica mundial ora em curso é do socialismo (do Estado gigante e distributivista). Há um evidente esgotamento do modelo socialista pela exaustão provocada pelo excesso de endividamento público, que chegou ao nível do impagável, e de cobrança exagerada de impostos. A engenharia econômica socialista, fundada no roubo tributário, encontrou seu próprio limite. O desmonte socialista está em toda parte, a começar pela Grécia. Falar em crise do capitalismo não é simples ignorância: essa gente alucinada não quer ver as coisas como elas são.
O mesmo pode ser dito do que chama justiça social. A locução é um pleonasmo, posto que toda justiça é social. Esta palavra está aí para reafirmar o programa socialista de criar privilégios para os que não querem trabalhar, às custas dos que trabalham. Insistem na locução porque ela é usada para reafirmação de sua ética de afanação do alheio. A palavra social serve de slogan para mobilizar os interessados em se apropriar do butim roubado.
E a tal justiça ambiental? Sandice pura, obviamente. Foi inventada pelos engenheiros socais que querem implantar o governo mundial. Questões climáticas não estão ao arbítrio do ser humano, mas servem de palavra de mobilização para os alucinados viventes no reino da Segunda Realidade.
O Fórum Social Mundial que ora ocorre em Porto Alegre é isso, um grande hospício a céu aberto, em que uma multidão de auto-enganados é conduzida por espertalhões que manobram politicamente. Ao seu lado, os escribas e fariseus da causa alienada, a serviços das sinecuras propiciadas pelo revolucionários. Tudo temperado com dose elevada de mau-caratismo. É claro que esse ajuntamento de ignorantes e mal intencionados, numa tenda de loucos, não é coisa boa. É a ante-sala da destruição.
É preciso ser muito louco para não enxergar que a crise econômica mundial ora em curso é do socialismo (do Estado gigante e distributivista). Há um evidente esgotamento do modelo socialista pela exaustão provocada pelo excesso de endividamento público, que chegou ao nível do impagável, e de cobrança exagerada de impostos. A engenharia econômica socialista, fundada no roubo tributário, encontrou seu próprio limite. O desmonte socialista está em toda parte, a começar pela Grécia. Falar em crise do capitalismo não é simples ignorância: essa gente alucinada não quer ver as coisas como elas são.
O mesmo pode ser dito do que chama justiça social. A locução é um pleonasmo, posto que toda justiça é social. Esta palavra está aí para reafirmar o programa socialista de criar privilégios para os que não querem trabalhar, às custas dos que trabalham. Insistem na locução porque ela é usada para reafirmação de sua ética de afanação do alheio. A palavra social serve de slogan para mobilizar os interessados em se apropriar do butim roubado.
E a tal justiça ambiental? Sandice pura, obviamente. Foi inventada pelos engenheiros socais que querem implantar o governo mundial. Questões climáticas não estão ao arbítrio do ser humano, mas servem de palavra de mobilização para os alucinados viventes no reino da Segunda Realidade.
O Fórum Social Mundial que ora ocorre em Porto Alegre é isso, um grande hospício a céu aberto, em que uma multidão de auto-enganados é conduzida por espertalhões que manobram politicamente. Ao seu lado, os escribas e fariseus da causa alienada, a serviços das sinecuras propiciadas pelo revolucionários. Tudo temperado com dose elevada de mau-caratismo. É claro que esse ajuntamento de ignorantes e mal intencionados, numa tenda de loucos, não é coisa boa. É a ante-sala da destruição.
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